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Disponibilidade e prazos

A primeira pergunta de um locatário é «têm ou não têm». Esta página diz como respondemos, e o que faz com que um prazo seja curto ou longo.

Porque não se mostra aqui nenhum estado de existências

Um parque de aluguer mexe-se todos os dias: uma prorrogação, uma devolução adiada, uma imobilização para manutenção. Uma tabela de disponibilidade em linha está certa de manhã e errada à tarde. Preferimos dar-lhe uma resposta que assumimos no próprio dia a uma indicação que lhe faria perder um dia.

O que determina um prazo

A distância ao parque
Decide o transporte, e o transporte é muitas vezes a rubrica mais longa, à frente da preparação do equipamento.
O acesso ao local
Um local acessível de semirreboque e um local que exige um camião rígido, uma grua ou uma janela de circulação não se entregam no mesmo prazo.
As autorizações
Ocupação da via pública, condicionamento de trânsito, janela portuária, autorização do dono de obra: são prazos administrativos, e não se recuperam.
O estado do parque na data pedida
Uma unidade alugada noutro sítio não fica livre mais cedo por o pedido ser urgente.
A visita prévia
Num local simples, uma planta e fotografias bastam. Num local condicionado, a visita é o que evita uma deslocação em vão.

Como saber a disponibilidade do dia

Escreva-nos com quatro elementos: o que tem de alimentar, as datas de início e de fim, a morada do local e a forma como um veículo pesado lá chega. Com isso respondemos sobre disponibilidade real, e não sobre disponibilidade teórica.

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